24 de jan de 2009

Fernando Lago (meia noite e meia)

Sim, meus amigos! Hoje eu vou escrever de novo... (oooooh!)Sei que não é agradável, que meus textos não agradam a meus fãs (putz!), e que era preferível que eu citasse um autor qualquer que fosse, que seria melhor que eu. Mas hoje não... Hoje estou a fim de escrever... Insisto: quero escrever hoje.
Volto a dizer, meus caros, que ora não é minha intenção agradar ninguém... Não me acusem de hipócrita ou insesato, sei muito bem que se eu quiser ser um escritor devo ter em consciência, antes de qualquer coisa, que dependo da qualidade de meus textos; de como serão recebidos, de como serão interpretados pelá crítica e pelo público, que é às vezes ainda mais crítico que a própria crítica. (Tenho pra mim que alguém já disse essa frase antes, mas por hora não tenho certeza, então não vou citar ninguém...) Mas é aí que reside a questão... Não sei se sou ou quero ser escritor... Sou um cara que gosta de escrever, pô!
Mas, sim, tenho consciência disso, meus patetas. Tenho também consci~encia de que há pessoas inúmeras (ou não tão inúmeras, mas inumeravelmente especiais) que mereceriam de mim um esforço para ser agradável. Sei disso, ignaros. E sei que talvez isso as fizesse feliz... (Não sei, mas tenho a leve impressão de que começo a delirar... De que não falo coisa com coisa.) Sei. Eu sei. Eu realmente sei.
Mas não esqueço das palavras de uma amiga que me disse sinceramente que antes de agradar aos outros, de estar bem com os outros, eu devia estar bem comigo mesmo...
Acho que ela está certa...Mas, nesse caso, se trata apenas de uma transição... Sei lá (Eu realmente tenho a impressão de estar delirando), pode ser, pode não ser... Esquece... Acho melhor parar com essas bobagens... Estou ficando ridículo e odeio ser ridículo... Voltarei à minha felicidade interior, que ainda não externalisei, mas eu demoro um pouco pra externalisar as coisas...
Quanto a vocês, que perderam tempo em ler essas mal dispostas linhas, não se decepcionem. Os textos de Fernando Lago são assim mesmo: nunca cumprem a missão com que iniciaram, mas acbam criando nova missão no meio das palavras (olha o delírio de novo)... Não se sinta inferior por não me entender (nem superior) ninguém entende, acho (que blasfêmia! é o delírio de novo). E não se preocupem em achar a conclusão; não tem. Só não se esquece que eu ainda hei de escrever para agradá-lo(a), agora não, mas noutra ocasião... è que agora eu tõ a fim de escrever pra ninguém... pra Fernando Lago... Mas obrigado por ler mesmo assim...

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Pode se jogar, mas não esqueça a sua bóia, viu?